Responsável por conduzir tocha olímpica palestra em escola de PG

Luiz Vargas participou da Rio 2016; bate-papo foi na Escola Santo Angelo

Responsável por conduzir tocha olímpica palestra em escola de PG

Atividade aconteceu na manhã desta quarta-feira (28) - Foto: Divulgação/Santo Angelo

Em período de Olimpíadas em Tóquio, no Japão, o responsável por conduzir a tocha olímpica da Rio 2016, aqui na cidade de Ponta Grossa, participou de um bate-papo com alunos da Escola Santo Angelo para comentar sobre a experiência esportiva. O encontro foi realizado na manhã desta quarta-feira (28).

O administrador Luiz Vargas Santos foi escolhido por meio de um concurso de um patrocinador dos jogos olímpicos. Durante o evento, Luiz foi aprovado no processo seletivo de uma empresa multinacional. O problema foi que ele já havia comprado os ingressos para assistir aos jogos no Rio de Janeiro durante as férias. Com a aprovação, o fã dos esportes perdeu os ingressos e não pôde acompanhar os jogos. A então namorada acabou contando a história dele com o esporte e essa situação profissional para um dos patrocinadores, através do concurso. A atitude deu certo e ele foi escolhido para ser o representante aqui em Ponta Grossa.

“Quando recebi o email informando que fui escolhido tive a certeza de que senti o mesmo que um atleta sente quando consegue sua classificação para os jogos olímpicos. Esse episódio me fez realizar o sonho que sempre tive de me sentir um atleta. Tive uma oportunidade que nem os maiores nomes do esporte tiveram e eu sempre digo que nesse dia algum deus olímpico me presenteou com foco e determinação para resolver tudo na minha vida pessoal e profissional”, destacou Luiz. 

A atividade foi proporcionada através das aulas de Educação Física comandadas pela professora Andréa Luiza Rangel de Abreu. Segundo a professora, este tipo de atividade é importante para  que as crianças tenham dimensão da importância das olimpíadas com a oportunidade de ouvirem de alguém que teve a experiência de participar diretamente do evento, ainda que não seja um atleta profissional. 

“A escola promove acesso a culturas diferentes, a prática de esportes não convencionais, o respeito às diferenças, a superação de desafios, a solidariedade e o aprendizado com este evento mundialmente conhecido. Oportunizar aos alunos que conhecessem alguém que tivesse vivenciado a experiência de conduzir a tocha olímpica, ainda que não seja atleta profissional, contribui para os alunos desenvolverem confiança em si mesmos para realizarem os seus sonhos, como foi o caso do Luiz”, explicou Andréa. 

Para Luiz, o mais importante no bate-papo foi tentar fazer com que as crianças entendam que sonhos podem ser realizados de diversas maneiras, muitas vezes melhor que o planejado, e demonstrar como o esporte pode auxiliar na vida, seja você atleta ou apenas um admirador. 

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