Operário perde quase R$ 115 mil da receita em partidas para despesas

Taxas da federação e de arbitragem e gastos de manutenção retêm valor

Operário perde quase R$ 115 mil da receita em partidas para despesas

Operário tem média de 2,5 mil torcedores por jogo no Germano Kruger - Foto: Josué Teixeira

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A diretoria do Operário Ferroviário Esporte Clube (OFEC) não anda vendo muito a cor do dinheiro arrecado pelo clube em jogos no Estádio Germano Kruger. Isso porque quase metade do valor arrecadado nos três jogos em casa se tornou despesa.


A soma das bilheterias contra Prudentópolis (R$ 68,1 mil), Atlético-PR (R$ 93,8 mil) e Paraná (R$ 70,7 mil) alcançou aproxidamente R$ 232,6 mil. Porém, deste valor R$ 114 mil tiveram que ser destinados para custeio de taxas e de manutenção.


A maior parte das cobranças são impostas pelo regulamento da Federação Paranaense de Futebol (FPF). Para se ter uma ideia, do total arrecadado, 10% vai para o órgão que controla o futebol no Estado. Nos três jogos, cerca de R$ 23 mil.


Além disso, há 1% sobre a receita do jogo para antidoping; 2% para comissão de arbitragem; remuneração e 20% de INSS sobre este valor do quadro de funcionários da FPF escalados para o jogo; e seguro do público-pagante.


Num segundo nível de despesas, existe o desconto da receita total para a remuneração em si e 20% de INSS sobre o valor de salários para a arbitragem; 5% do total para INSS sem destino especificado; seguro dos árbitros; e despesas gerais. 


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No fim, o Operário conseguiu uma receita líquida aproximada de R$ 121 mil. No entanto, vale destacar que há ainda decréscimo dos sócio-torcedores, que aparecem no borderô como se tivessem pago R$ 10, mas que possuem - a maioria -  isenção de entrada.

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