Diretoria faz alerta e dá ‘puxão de orelha’ no elenco do Fantasma

Reunião de quase três horas marcou a volta dos jogadores aos treinos

Diretoria faz alerta e dá ‘puxão de orelha’ no elenco do Fantasma

Jogadores ficaram por três horas em reunião com diretoria e comissão técnica - Foto: Nicoly França/Assessoria

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A reapresentação do Operário Ferroviário Esporte Clube (OFEC) foi marcada por uma longa reunião. Dirigentes, integrantes da comissão técnica e jogadores ficaram por quase três horas a portas fechadas em uma das salas do Estádio Germano Krüger.


O motivo do encontro foi o mau desempenho da equipe nas duas últimas rodadas, contra Cascavel e Paraná Clube. Insatisfeita com as apresentações, a diretoria alvinegra aproveitou a oportunidade para cobrar uma nova postura dentro de campo.


“Reunião você faz quando é necessária. A equipe estava fazendo um bom campeonato, mas chegou a hora de nos mexermos. Achamos que houve uma acomodação geral”, opina o diretor de futebol Antônio Luís Mikulis.


De acordo com o dirigente, a alta cúpula do Fantasma tem feito a sua parte e dá aos jogadores as melhores condições possíveis de trabalho. “Mostramos aos atletas que não há motivos para não produzir. Toda a estrutura foi oferecida. Os salários e as premiações, por exemplo, estão em dia”, cita.


Apesar do técnico Itamar Schülle ter chamado a responsabilidade pela derrota contra o Paraná, Mikulis não isenta ninguém de culpa. “Os caras [jogadores] não quiseram jogar. Não fizeram a partida que esperávamos. Nada deu certo no domingo”, lamenta.


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O Operário, terceiro colocado com 17 pontos, já está garantido na próxima fase do Campeonato Paranaense, mas ainda briga por um lugar entre os quatro primeiros. Para atingir o objetivo, a equipe precisa vencer o Rio Branco no próximo domingo, às 16h, em Ponta Grossa.

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