Evoluir é aprender com os erros

Evoluir é aprender com os erros

Danilo Schleder, colunista NEC

Passada toda a euforia de conhecer o adversário do Fantasma na Copa do Brasil 2021, devemos pensar na aprendizagem do ano de 2020. Odeio pensar que esse ano pode ter ensinado algo para alguém, mas espero que a diretoria tenha parado para analisar os erros do Operário, desde o Paranaense até o fim do Brasileiro, e tenha evoluído. E nem uso o termo “evolução” como algo pejorativo - afinal, temos percebido cada vez mais esse termo sendo relacionado a um xingamento e não ao crescimento pessoal.

Hoje estamos analisando o adversário do Fantasma, o Juventude Samas, mas esquecemos que quase que o Operário fica sem essa vaga. Se não fosse a ajuda do time da capital, Ponta Grossa estaria como Londrina, apenas assistindo os outros e esperando um resultado melhor no Paranaense deste ano para conseguir pensar na Copa do Brasil de 2022. E por isso escrevo esse texto. Ok, é muito bom ter sorte e a vaga chegar ao nosso time mesmo após o 5° lugar do Paranaense, mas em um torneio onde o Fantasma é uma das maiores forças - senão a maior neste ano - é obrigação garantir a vaga sem depender de ninguém.

Sim, o título é o objetivo principal no Paranaense, mas a vaga da Copa do Brasil deve ser obrigação. O Operário tem mais futebol do que o apresentado na estreia? Sim, todos sabemos disso. Não à toa brigou até o fim do Brasileiro por uma vaga para a Série A. 

Mas o que deve ser feito então? Apenas aplaudir os acertos e esconder os erros? Não, essa é a parte da evolução que deve ser cobrada em todos os aspectos, tanto de diretoria quanto de atletas, e, já no Paranaense, mostrar o patamar que o Operário tenta buscar neste ano de 2021. Que a insistência em erros tenha ficado no confuso ano de 2020 e a evolução como um todo venha em 2021 para, dessa forma, depender apenas dos resultados próprios para conseguir conquistar os objetivos.

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Danilo Schleder

Danilo Schleder

Jornalista formado pela UEPG em 2017, fotógrafo e social midia. Foi fotojornalista e redator no Do Rico ao Pobre, escreve sobre eSports e futebol.

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