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União de elencos no Operário traz receita para disputa da Segundona

Jogadores da Taça FPF ganham característica que só os mais velhos têm

Por: ‎Emmanuel Fornazari em 17/11/2016 20:43:37 atualizado em 12/11/2018 11:14:55

União de elencos no Operário traz receita para disputa da Segundona
Chicão (à frente), com 31 anos, corre ao lado de Cristian, de 21, em treino do OFEC - Foto: Arquivo NEC

Campeões da Taça FPF, os jovens atletas do Operário que renovaram contrato vão ter a chance de adquirir uma qualidade que geralmente só vem com o tempo. Com a união do elenco sub-23 com o profissional, os novatos podem ganhar experiência com os mais velhos – condição ainda mais importante por conta do perfil da Divisão de Acesso.


“Treinar com jogadores experientes, rodados, vai agregar muito. Eles vão ver [nossos] erros e ajudar a melhorarmos. Eles vão nos ensinar os atalhos. É só assim que a gente vai evoluir”, confirma o volante Thales - peça-chave do Operário no título sub-23 - pela assessoria de imprensa.


Inclusive, ele é o mais jovem do elenco, com 18 anos. Os demais remanescentes da Taça FPF possuem entre 20 e 23 anos, ao passo que os atletas do time profissional têm, na maioria, entre 28 e 32 anos. Com a união dos grupos, a média de idade do Operário está em 25 anos.


“É uma mescla boa. Aliar juventude com experiência em uma competição que vai ser muito forte e na Série D é essencial. Vamos precisar muito da experiência dos jogadores que ficaram e da juventude da rapaziada do sub-23”, destacou o capitão Chicão, via assessoria.  

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