Projeto que levou o Fantasma ao título estadual completa dois anos

Operário ainda tem resquícios do grupo campeão estadual

Projeto que levou o Fantasma ao título estadual completa dois anos

Chicão é um dos símbolos das últimas temporadas do Operário - Foto: Arquivo NEC

Em dezembro de 2014 o Operário Ferroviário se preparava para mais uma edição do Campeonato Paranaense. Como em temporadas anteriores, o Fantasma resolveu começar do zero, reformulando a direção de futebol, comissão técnica e jogadores. O que ninguém imaginava era que o final seria de tamanha alegria com o título estadual.

Dois anos depois a continuidade do projeto é quase inexistente e o Fantasma aposta todas as fichas em resquícios daquela temporada. Os laterais Danilo Baia e Peixoto, o zagueiro Sosa e o volante Chicão estão há dois anos no clube. Dentre eles, Sosa (que agora foi emprestado ao Passo Fundo) e Chicão nunca deixaram Vila Oficinas.

Na diretoria, a principal alteração foi a saída de Antônio Luís Mikulis após o rebaixamento no Paranaense deste ano. Já o técnico Gerson Gusmão, auxiliar de Itamar Schulle e preterido no início de 2016, virou o "salvador da pátria" no banco de reservas.

O que ninguém imaginava também após a conquista do Paranaense é que nesse período os alvinegros retornariam à Segundona. O acesso, inclusive, virou questão de honra para os jogadores que estavam na campanha do rebaixamento.

Agora com um perfil mais humilde e mesclando juventude com experiência, o Operário está focado em encerrar no topo o movimento da gangorra que os dois últimos anos se tornaram. O projeto não é mais exatamente o mesmo, porém o ímpeto é bem semelhante.
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