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Com gestão similar à AFP, Operário indica via para não repetir destino

Fantasma ainda depende de aporte financeiro de empresários

Por: Redação NEC em 12/02/2017 12:31:35 atualizado em 01/11/2018 12:35:10

Com gestão similar à AFP, Operário indica via para não repetir destino
Álvaro Góes comenta soluções para "independência" do Operário - Foto: Arquivo NEC

A desistência recente do principal mantenedor do futsal de Ponta Grossa, Tércio Miranda, em manter a Associação de Futsal Pontagrossense (AFP) no Campeonato Paranaense abriu um debate no Operário Ferroviário, que possui um modelo de gestão semelhante ao do futsal.


Uma das perguntas que norteiam o cenário em Vila Oficinas é: até quando o Grupo Gestor, presidido pelo empresário José Álvaro Góes Filho, ficará à frente do Fantasma? Isso porque a receita do Operário é bastante limitada e mensalmente os dirigentes são obrigados a colocar a ‘mão no bolso’ para arcar com os compromissos do clube.


Questionado sobre o tema, Álvaro Góes não nega que existe um desgaste quando se é necessário realizar aportes financeiros para manter o futebol em Vila Oficinas. O mandatário enfatiza que o Operário não pode viver apenas da colaboração de poucas pessoas. Segundo o dirigente, a continuidade do Grupo Gestor está condicionada à resposta do sócio-torcedor e de setores econômicos e públicos do município.


“Quanto ao Álvaro [Góes] em relação ao Grupo Gestor do Operário, o nosso compromisso é subir o time nas duas divisões. Agora, para 2018, quem define isso é a população, é sócio-torcedor. Temos que fazer o futebol para a cidade e não para meia dúzia de pessoas. E o sócio-torcedor? Esse é o ponto principal para a continuidade em 2018”, sentencia Góes.

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