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Meia do OFEC recorda fase crítica da carreira: "achei que não ia voltar"

Campeão estadual pelo Fantasma, Washington ganha espaço na "D"

Por: Felipe Gustavo em 17/07/2017 09:54:05 atualizado em 10/11/2018 13:08:26

Meia do OFEC recorda fase crítica da carreira:
No meio da marcação, Washington tenta jogada contra a Desportiva (ES) - Foto: Bianca Machado/OFEC
Um dos jogadores mais cobrados na temporada 2017, o meia Washington, de 28 anos, foi um dos destaques do Operário Ferroviário nas partidas contra a Desportiva (ES). Neste domingo (16), em pleno Germano Krüger, a atuação do jogador foi contemplada com o primeiro gol na vitória alvinegra por 2 a 1.

A questão é que até então Washington pouco vinha atuando pela competição nacional. Com Athos fazendo a armação das jogadas, o técnico Gerson Gusmão optava por escalar o atleta apenas na Divisão de Acesso. Porém esse cenário mudou no primeiro mata-mata da Série D e ele passou a jogar ao lado de Athos entre os titulares.

Mas esse processo de se reafirmar na equipe não foi simples. O atual "camisa 11" do Fantasma relembra o quanto foi difícil superar lesões e alcançar o condicionamento físico ideal.

“Passei por um momento muito difícil na minha carreira, muito delicado mesmo, e em alguns momentos achei que não ia dar mais pra voltar a jogar. Esse ano foi de superação. Se falava muito em lesão e em outras coisas", cita o meia, que desde o ano passado atuou também por Veranópolis (RS) e CSA (AL).

"O Gersinho tem uma parcela muito grande em tudo o que está acontecendo. Eu já disse para ele e para o Jackson [preparador físico] que eles são muito importantes nesta minha retomada. Eles sempre acreditaram no meu trabalho. Vocês [imprensa] estão no direito de cobrar, pois sabem do potencial de cada um. Fico grato a todas as pessoas que me ajudaram. Ninguém consegue dar a volta por cima sozinho".

Campeão paranaense com a camisa alvinegra, Washington voltou ao Operário no ano passado para reforçar a equipe que estava na Copa do Brasil. Mas após a eliminação do Fantasma ele teve pouca sequência de jogo.

Para o técnico Gerson Gusmão, o novo esquema tático está aprovado, mas não está totalmente consolidado. "O Washington e o Athos fazem a gente ter mais posse de bola. Mas depende muito de jogo a jogo e do que a gente precisar. Vem me agradando e o Washington já merecia esse gol há algum tempo", frisa o treinador.
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