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Crescimento do sócio-torcedor surpreende diretoria do Operário

Fantasma ultrapassa metas propostas no início da temporada

Por: Lucas Matos em 15/03/2018 21:22:30 atualizado em 08/11/2018 01:16:19

Crescimento do sócio-torcedor surpreende diretoria do Operário
Fantasma revê benefícios para atrair mais sócios - Foto: José Tramontin/OFEC

O Operário Ferroviário reformulou o programa sócio-torcedor e vem conquistando mais associados a cada jogo em Vila Oficinas. Impulsionado pelo título nacional na Série D e pela boa campanha na Divisão de Acesso 2018, o "Sócio Fantasma da Vila" já ultrapassou a marca de 3.800 inscritos, de acordo com números divulgados pelo clube.


A remodelagem do programa é um dos fatores que contribui para a crescente: foram ampliadas as modalidades de sócio-torcedor e os benefícios concedidos. Além do acesso aos jogos do Operário em casa, o associado passou a integrar um "clube" com descontos em estabelecimentos comerciais da cidade.

 

O rápido crescimento surpreendeu até mesmo o diretor do programa sócio-torcedor, Joélcio de Miranda. Em pouco mais de cinco meses de trabalho, o "Fantasma da Vila" passou de 2.200 a 3.800 associados. “Quando assumi eram 2.200 - em outubro do ano passado. De outubro para cá o resultado total é de 3.800. É além do que esperava”, avalia.

 

Agora o número a ser batido é de 5.000 sócios, pedido do presidente do Grupo Gestor, Álvaro Góes. Embora próximo, Joélcio acredita ser difícil alcançar a quantia até o início do Brasileiro em abril. “Não acredito que em 30 dias a gente vá acrescentar mais 1.200 sócios para o Operário. A minha meta era chegar até o início da Série C com 3.000 pagantes, pois o Operário tem inadimplência”, explica o diretor.

 

Para o futuro, Joélcio trabalha com um número maior de sócios. “O número que o Operário precisa ter na cabeça é de 2% da população de Ponta Grossa. Hoje estaríamos falando em sete mil sócios. É possível. Eu acredito que é possível”, reforça.

 

Pensando no presente, o foco do programa deve ser a retenção dos atuais sócios, principalmente durante a época sem jogos. “Não podemos chegar no final da Série C do Brasileiro com 5.000 sócios e, de outubro a dezembro, esse número cair para 3.000. O Operário arca com as despesas de 12 meses. Então precisa de 12 meses do sócio-torcedor”, finaliza Joélcio.

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