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Por que a trave obrigatória para a Série B é tão cara? Conheça as diferenças

Investimento custou cerca de 30 mil reais para os cofres do Alvinegro

Por: Raylane Martins em 16/04/2019 07:09:04 atualizado em 16/04/2019 07:09:30

Por que a trave obrigatória para a Série B é tão cara? Conheça as diferenças

Nova trave do Estádio Germano Krüger já foi comprada pela diretoria para adaptar o clube ao padrão da Série B - Foto: José Tramontin/OFEC

Por que a trave obrigatória para a Série B é tão cara? Conheça as diferenças
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A dez dias da estreia do Operário Ferroviário no Campeonato Brasileiro da Série B, o Estádio Germano Krüger está sendo adequado para sediar a competição nacional. Na última semana, a diretoria do clube investiu aproximadamente 30 mil reais em uma nova trave. O equipamento estará de acordo com a padronização da Confederação Brasileira de Futebol.

Mas o que há de tão diferente nessa estrutura? Explicamos. A trave exigida pela CBF para os estádios de clubes da Série A e B é a mesma do 'Padrão FIFA' - obrigatória nos estádios da Copa do Mundo, por exemplo.

A antiga meta de ferro dará lugar a traves de alumínio. São exatos 7,32 metros de comprimento, 2,44 metros de altura e 2 metros de profundidade. A espessura da trave tem 0,12 metros e a rede ocupa 1,5 metro da profundidade da trave. Além disso, segundo o presidente do Grupo Gestor do Operário, Álvaro Góes, as traves podem ser retiradas do local com facilidade e possuem ‘presilhas’ para fixação da rede ao invés de ganchos.

A nova trave já foi adquirida pela diretoria e deve chegar ao Estádio antes da estreia do Fantasma no Brasileirão, que acontece no dia 26 de abril, às 19h15, contra o América-MG. O Operário abrirá a Série B de 2019 dentro de casa.

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