‘A diferença que esperamos é fazer gols’, crava Góes sobre futuro do Operário

Presidente do Grupo Gestor descarta erros de gestão e quer time 'decisivo'

‘A diferença que esperamos é fazer gols’, crava Góes sobre futuro do Operário

Com início ruim na Segunda Divisão Nacional, o Operário está na Zona de Rebaixamento da Série B - Foto: José Tramontin/OFEC

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Na zona de rebaixamento após as oito primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro da Série B, o Operário Ferroviário vem se reorganizando para buscar melhores colocações na tabela e, principalmente, voltar a balançar as redes. Em oito jogos o ataque fez apenas quatro gols.

O cenário preocupante fez a diretoria repensar o planejamento. Em reunião foram questionadas atitudes tomadas dentro e fora do gramado no início do Nacional. Para o presidente do Grupo Gestor, Álvaro Góes, a má fase decorre de erros e distrações dentro das quatro linhas.

“Não teve nenhum erro de gestão, teve o erro de que não fizemos gols. Fomos nós que erramos e acabamos tomando gols. Vamos pegar o exemplo do jogo contra a Ponte Preta, Paraná Clube e Brasil de Pelotas: três jogos em que tínhamos totais condições de, no mínimo, sair com empate. Mas tomamos gols”, analisa. “Não vejo que fizemos mal planejamento. Só temos que trabalhar mais”, assegura o presidente.

Segundo Álvaro, durante a reunião da diretoria nesta semana foram questionados uma série de assuntos levantados pelos torcedores e, inclusive, pela imprensa. A cobrança daqui para frente é de trabalho. “Espero que a gente consiga. A diferença que esperamos agora é de fazer gols. Um time que ataque mais, jogue mais, faça mais gols”, confia o presidente.

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