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Venda de ingressos diminui; associados sustentam público no GK ao longo da 'B'

Sócios representam 97,8% do público dos 10 jogos do Operário no GK pela Série B

Por: Raylane Martins em 06/09/2019 08:00:00

Venda de ingressos diminui; associados sustentam público no GK ao longo da 'B'

O Estádio Germano Krüger é a casa do Operário Ferroviário e recebe o 11º jogo do time pela Série B neste sábado (7) - Foto: José Tramontin/ OFEC

Venda de ingressos diminui; associados sustentam público no GK ao longo da 'B'
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O Operário Ferroviário já jogou dez jogos no Estádio Germano Krüger pelo Campeonato Brasileiro da Série B. A média de público do time de Vila Oficinas em casa no primeiro turno foi de 4360 pessoas. Desse total, a média de sócios-torcedores presentes foi de 4246 pessoas - incluindo, nesse número, convidados levados por sócios em promoções. Faz parte da política do clube fazer com que o torcedor que vai aos jogos se associe - a ideia é, inclusive, chegar na capacidade máxima de sócios com mensalidade em dia e não precisar vender ingressos. 

Esses dados mostram que 97,8% das pessoas que estiveram no Estádio Germano Krüger para assistir jogos da Série B eram associados. Em três ocasiões no primeiro turno, sócios puderam levar acompanhantes. No jogo contra o Guarani, 15 pessoas compraram ingresso. Das outras 4.368 pessoas presentes, 337 eram convidados de sócios e entram na soma de associados. 

O mesmo aconteceu nos jogos contra o Sport, que teve 212 pessoas levadas por sócios e 17 ingressos vendidos, e contra o Coritiba, que teve 243 convidados de sócios e 421 ingressos vendidos. A partida contra o Coxa foi um caso atípico nesta Série B em que o clube vendeu uma grande quantidade de ingressos pelo seu valor original, até mesmo pela proximidade do time adversário. Excluindo essa rodada, o número de ingressos vendidos pelo Alvinegro foi cada vez menor. 

Do jogo contra o América, na 1ª rodada da Série B, para o jogo contra o Figueirense, na 19ª rodada, a diferença foi de 75 bilhetes unitários vendidos. A média, sem o confronto contra o Coritiba, ficou em 50 pessoas não-sócias presentes por partida. Os números foram de 101 para 71, 59, 17, 86, 73, 421, 58, 15 e 26, respectivamente, em cada jogo do OFEC em Ponta Grossa. O número de pessoas que paga 150 reais (inteira) e 75 reais (meia) ou 180 reais (inteira) e 90 reais (meia) para assistir ao Operário representa cerca de 2% do público que foi ao Germano no primeiro turno da ‘B’. 

Segundo o Diretor do Programa de sócio-torcedor Sócio Fantasma da Vila, Joélcio de Miranda, na parada para a Copa América, quando o Fantasma estava no Z-4, 115 pessoas cancelaram o sócio-torcedor. “Alguns bravos pela situação em que o time se encontrava, outros pelo futebol apresentado, outros pela questão financeira”, explica. 

O baixo número de ingressos vendidos e a realização de promoções para agregar novos associados não representa um fator de preocupação para a diretoria. “Não estamos estagnados em número de sócios-torcedores. Se estivéssemos minguando ainda na casa dos cinco ou seis mil sócios-torcedores, mas já estamos chegando a 8.700 sócios-torcedores”, frisa Joélcio.

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