Goleiro do Operário, Rodrigo Viana fala sobre titularidade, críticas e futuro

Viana chegou ao Fantasma em agosto para suprir vaga deixada por Simão

Goleiro do Operário, Rodrigo Viana fala sobre titularidade, críticas e futuro

Antes de chegar ao Operário, Rodrigo Viana havia atuado no Campeonato Paulista pelo Botafogo de Ribeirão Preto - Foto: José Tramontin/ OFEC

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Goleiro titular do Operário Ferroviário em 20 jogos durante a Série B, Rodrigo Viana ainda não teve o futuro definido pelo clube. O jogador, que precisou assumir a titularidade logo no primeiro jogo em que foi relacionado, criou laços com o Fantasma. Rodrigo terminou a temporada com a sensação de dever cumprido e feliz pela experiência adquirida.

“Foi uma situação diferente na minha carreira, no meio de um contrato chegar a um novo clube e de cara já ter que jogar. Não esperava. Mas foi muito bom, eu fui muito bem recebido e é uma responsabilidade muito gostosa você provar, num clube com tantos goleiros ídolos, que você tem condição também de ser o goleiro principal da equipe. É um desafio muito grande mas um desafio muito bacana”, afirma o atleta. 

“Queríamos o acesso, era um objetivo nosso, mas se você analisar a temporada, a Série B é muito difícil. O Operário está jogando pela primeira vez nesse formato, então foi uma experiência muito boa e terminar na primeira parte da tabela mostra que o trabalho foi muito bem feito e dá a sensação de dever cumprido”, completa o goleiro sobre a temporada.

Segundo as estatísticas do Footstats, Rodrigo Viana fez 39 defesas simples e 16 defesas difíceis na competição. O Operário terminou o campeonato com 32 gols feitos e 41 sofridos. Até a 12ª rodada, com Simão no gol, o alvinegro tinha 10 gols feitos e 11 sofridos. Viana foi personagem de grandes defesas ao longo da Série B, assim como também recebeu críticas por falhas que culminaram em gols.  

“O goleiro está suscetível a esse tipo de situação de tomar vários gols em uma partida. E não é só por culpa dele, a equipe toda está suscetível a essa situação. Mas acredito que o trabalho foi muito bem feito e que a oscilação não foi tão grande. Estamos acostumados a uma certa crítica e lidamos bem”, afirma com tranquilidade. 

Sobre o futuro, o jogador aguarda  as decisões da diretoria, mas mostra vontade de seguir no Fantasma. “Estou dando prioridade para permanecer. Existem várias propostas já feitas mas estou esperando conversar com o Operário. Gostei da cidade, gostei do clube, o ambiente de trabalho é muito bom e eu vejo no clube um projeto de ascensão muito grande. São figuras muito sérias e comprometidas que dão motivação para que a gente queira continuar aqui”, crava.

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