Operário vai esperar exames para definir alterações contra o Cianorte

Gersinho diz não querer 'poupar' atletas, mas respeitar exigências físicas

Operário vai esperar exames para definir alterações contra o Cianorte

Depois do duelo com o Cianorte, Gersinho vai comandar o OFEC na Copa do Brasil - Foto: José Tramontin

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O Operário Ferroviário joga contra o Cianorte neste domingo (2), pela 5ª rodada do Campeonato Paranaense 2020. O compromisso, no Estádio Germano Krüger, antecede a estreia do Fantasma na Copa do Brasil, contra o Barbalha, na quarta-feira seguinte, dia 5. 

Vindo de uma sequência de quatro jogos em 11 dias e perto de iniciar uma competição importante para o clube, principalmente pela questão financeira,  Gerson Gusmão precisa ser cauculista. O treinador disse que não quer segurar nenhum jogador pensandol no compromisso seguinte e que precisa da manutenção do time que vem atuando no Estadual. No entanto, a condição física pode obrigar Gersinho a descansar alguns atletas. 

"Esperamos a avaliação que os atletas vão fazer e aqueles que estiverem com o percentual [de cansaço] muito alto teremos que repensar. Não quer dizer que vamos tirar todos, mas acredito que alguns vão estar bem desgastados. Acredito que um ou dois, além da mudança do zagueiro, a gente precise trocar para não correr risco e não dar sobrecarga", explica. 

Nesta sexta-feira (31), quase 48 horas após o jogo, quando há o 'pico' de desgaste, os jogadores passaram por exames de sangue para identificar a fadiga muscular. Gersinho cogitou alteração no meio-campo, em uma das laterais ou em alguém da frente. O treinador falou ainda que Hector Bustamante provavelmente inicie o jogo, já que atuou só 40 minutos contra o Coritiba. "A ideia é manter o maior número de jogadores e dar sequência a equipe", reafirma. 

Segundo o treinador, o Operário não fez um rodízio maior de jogadores no início do Estadual - para poupar atletas fisicamente, porque se tratava de um grupo novo, que precisava adquirir entrosamento e aprender a jogar junto. "Seria diferente se tivéssemos 60 ou 70% da equipe de remanescentes do ano passado. Com um grupo novo, eles tem que se conhecer e ajustar coisas, e isso só a repetição. Quando não se teve tempo de fazer em treinamento, temos que proporcionar o maior número de jogos possíveis juntos", avalia.

Chegando a quinta rodada e mais perto de uma formação ideal, Gersinho reconhece a necessidade de alguns ajustes, por exemplo, na lateral esquerda defensiva.

"É um lado que me preocupa defensivamente porque o Danilo tem uma saída muito forte. Tentamos posicionar o Régis mais por aquele lado para fazer uma cobertura mas não conseguimos concretizar aquilo que tinhamos planejado para proteger e tivemos dificuldade por ali. A ideia não é trazer toda hora o atacante para recompor, até para ter mais força na frente, mas em algum momento o atacante vai ter que fazer essa função. Régis ainda está buscando um condicionamento melhor, perdendo peso, mas ainda não está no ideal. Quando isso acontecer, vai facilitar as coisas", frisa Gersinho.

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