Meio-campo segue sendo o setor que mais preocupa o técnico do Operário

Gersinho admitiu que precisa ajustar o setor para que o time 'funcione'

Meio-campo segue sendo o setor que mais preocupa o técnico do Operário

Na última rodada do Paranaense, o Operário perdeu para o Paraná fora de casa - Foto: João Vitor Rezende

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O Operário Ferroviário já entrou em campo pelo Estadual 2020 sete vezes. Na maioria das partidas, mostrou dificuldade nas etapas iniciais mas conseguiu reagir na etapa final e venceu quatro dos sete jogos. Fora de casa, porém, tem um empate e duas derrotas - a última, no domingo (16), contra o Paraná Clube, por 1 a 0. 

O técnico do Fantasma, Gerson Gusmão, sabe que apesar do investimento feito pelo clube no elenco deste ano, o time ainda precisa evoluir se almeja o título estadual. O que mais preocupa o comandante, neste momento, é o meio-campo. 

"O setor de meio-campo é o que temos que fazer mais ajustes. Estamos buscando isso. Trocamos praticamente todo o meio-campo no segundo tempo [contra o Paraná] para tentar melhorar e infelizmente não conseguimos o que precisávamos. Vamos trabalhar, daqui a pouco testar uma outra formação com outros jogadores", analisa. "Não que esses vão ser esquecidos, mas às vezes você precisa oportunizar outro para mudar as características, e é isso que vamos trabalhar durante semana", afirma Gusmão.

Contra o Paraná, jogaram como titulares no meio-campo Jardel, Régis Potiguar e Tomás Bastos. À disposição, brigando por vaga, Gersinho tem os volantes Fábio e Jiménez, e os meias Rafael Chorão e Cleyton. Estes quatro foram testados nesta segunda-feira (17), em jogo treino no CT do Operário, contra o Prudentópolis.

A dúvida ainda perpassa a formação a ser usada: 4-4-2 ou 4-4-3. O técnico Gerson Gusmão sabe que a responsabilidade de vitórias não está apenas no desempenho individual de destaques, como é o caso os atacantes. Após o jogo contra o Paraná, o treinador reconheceu que mesmo Coutinho e Bustamante, que asseguraram a vaga entre os titulares no ataque, tiveram erros que contribuíram para o revés. 

"Tivemos muitos atletas abaixo [na partida contra o Paraná], nossos atacantes não estavam conseguindo prender a bola. No intervalo do jogo já havíamos perdido 12 bolas, sete do Coutinho e cinco do Hector [Bustamante]. É muita bola perdida. Precisamos segurar mais essa bola. Mas são jogadores que já demonstraram seu potencial, a gente sabe que tem muito a render. Esperamos que possamos evoluir tanto individualmente como coletivamente", finaliza o treinador.

O Operário joga a próxima rodada contra o União, fora de casa, às 16 horas do próximo sábado (22). O confronto é válido pela 8ª rodada do Paranaense.

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