Operário Ferroviário não oficializa redução de salários do clube

Athletico e Coritiba publicaram nota; Paraná e Operário não se manifestaram

Operário Ferroviário não oficializa redução de salários do clube

Clubes tiveram férias coletivas em abril e agora trabalham à distância - Foto: Arquivo/João Vitor Rezende

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Entre os paranaenses que vão disputar as Séries A e B do Campeonato Brasileiro em 2020, Operário Ferroviário e Paraná Clube são os únicos que ainda não comunicaram oficialmente à imprensa a redução de salários de jogadores e funcionários. O Coritiba anunciou a redução há dez dias e o Athletico Paranaense fez o comunicado no último dia 7.

Em março, os clubes de Série A e B anunciaram em nota oficial que, após as férias coletivas no mês de abril, se a pandemia não estivesse sob controle, os times poderiam aplicar a redução de 25% da remuneração de todos os atletas profissionais, comissão técnica e funcionários. A decisão, porém, caberia a cada clube individualmente. 

O Coritiba, em nota, comunicou a redução de 25% dos salários de funcionários que estão atuando em home office e suspensão dos contratos de trabalho dos demais funcionários pagando 30% do salário. Atletas e comissão técnica da base tiveram o contrato suspenso. Comissão técnica e atletas do profissional tiveram redução de 25% na remuneração. O clube confirmou também que algumas demissões precisaram ser feitas.

No caso do Athletico Paranaense, o clube propôs acordo individual aos seus colaboradores com redução temporária de jornada. Salários até 5 mil reais líquidos foram preservados, acima desse valor houve redução de 25%. Atletas também perderam 25% do salário. A redução vale de maio até agosto, podendo ser interrompida em caso de retomada de atividades. 

No site oficial do Operário e no site oficial do Paraná clube, não há comunicado ou esclarecimento sobre redução de salários publicados nas abas de notícias ou notas oficiais. No dia 4 de maio, em reportagem publicada pelo Net Esporte Clube, o presidente do Grupo Gestor do Operário, Álvaro Góes, afirmou que a redução seria inevitável diante do cenário instaurado pela pandemia de coronavírus no país. 

Os clubes voltaram às atividades no mês de maio por meio de treinos à distância, trabalhos através de aulas em vídeo e planos físicos. 

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