Fisiologista compara psicológico de atletas devido à Covid-19

"Antes da pandemia, era só entrar e jogar", relata Eduardo Risden

Fisiologista compara psicológico de atletas devido à Covid-19

Operário realizou entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (11) | Foto: José Tramontin/OFEC

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Após retomarem os treinamentos presenciais, jogadores do Operário Ferroviário precisam trabalhar a parte psicológica que sofre nova influência: a pandemia do novo coronavírus. Além de não terem o apoio da torcida na volta das competições, os atletas têm uma preocupação a mais para quando a bola voltar a rolar: o risco de contágio.

Em entrevista coletiva, o fisiologista do Fantasma, Eduardo Risden, analisou sobre o futebol pós-pandemia. O fisiologista destacou a necessidade de se cuidar do estado psicológico dos jogadores. "O jogador tem mais limitações psicológicas durante o jogo. E se o adversário cair em cima de mim? E se ele tossir? Antes da pandemia, era só entrar e jogar”, compara.

Risden também analisou o impacto na dinâmica das partidas.  "Tem muito jogo que acontece no segundo tempo porque a torcida empurra o time. Agora, é uma realidade completamente diferente porque nós não teremos esse estímulo e ainda não sabemos como os atletas vão reagir a isso na partida", comenta.

Pelo grande número de casos de Covid-19 no país, ainda não existe uma data certeira para volta do Campeonato Paranaense e do início do Brasileiro da Série B. A última partida do Operário antes do isolamento social foi no dia 15 de março, contra o Londrina-PR, no Estádio do Café. O jogo já foi realizado sem torcida devido à pandemia.

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