Entrosamento será desafio para jogadores na volta do futebol

No Operário, Batatinha admite contato restrito com reforços do clube

Entrosamento será desafio para jogadores na volta do futebol

Reforços como Thomaz estão com contato limitado com os demais jogadores - Foto: José Tramontin/OFEC

A ausência de atividades coletivas é um dos obstáculos a ser enfrentados pelos clubes para o retorno do calendário. A situação fica mais clara quando atestada pelos próprios jogadores. No Operário Ferroviário, por exemplo, o atacante Lucas Batatinha admitiu que pouco teve contato com os jogadores que chegaram durante o período de paralisação: o lateral Alex Silva e o meia Thomaz.

Para ser mais preciso, Batatinha confirmou que teve contato com Thomaz em um treino físico. E foi só. Vale lembrar que Thomaz está em Ponta Grossa desde o início de maio, enquanto Alex Silva chegou em junho. 

Havia um planejamento para que os treinos coletivos fossem retomados nesta semana, mas os números ruins do estado nos últimos dias fez com que a 'missão' fosse abortada.

Se o entrosamento deve deixar a desejar, os jogadores apostam na parte física como fundamental neste processo. "Estamos fazendo treinos específicos para cada grupo. No meu caso com os atacantes. Está sendo bom, pois estamos fazendo a parte física individual. O rendimento do profissional é muito maior quando não tem um coletivo com 30 jogadores", exemplificou Batatinha.

Inclusive, o atacante analisa isto como um diferencial não apenas para este momento, mas para toda a sequência que virá no futebol.

"Particularmente, acho que estou muito bem fisicamente, mas - ao mesmo tempo - estou louco para jogar. Só que não sabemos quando vai voltar. Então eu não posso perder o foco, a disposição e a dedicação, pois tenho objetivo na minha carreira e uma meta. Enquanto não voltar, eu preciso estar pronto. A nossa carreira já é curta e não podemos nos desleixar", carimba Batatinha.

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