Sampaio cobra mais 'brio' do Caramuru: 'coitadismo e orçamento ficam de lado'

Treinador faz exigências para que equipe dê o 'sangue na quadra'

Sampaio cobra mais 'brio' do Caramuru: 'coitadismo e orçamento ficam de lado'

Caramuru não foi páreo para o Taubaté mesmo na Arena - Foto: Divulgação/Caramuru Vôlei

A derrota por 3 sets a 0 para o Taubaté (SP), em casa, não foi bem digerida pelo técnico Fábio Sampaio, do Caramuru Vôlei. Mesmo estreando na Superliga Masculina contra um dos favoritos ao título, o treinador cobrou outra postura em quadra para a sequência da competição nacional. Para ele, o orçamento menor da equipe ponta-grossense, por exemplo, não serve mais de 'muleta' para desculpas.

"A questão do brio em quadra é natural de cada jogador. Como cada um vai absorver o que aconteceu? Isso já ocorreu com a gente contra Maringá no Paranaense, quando levamos uma surra aqui na Arena. Nós fomos para o vestiário naquele dia e tivemos uma conversa de bom ambiente, mas onde verdades foram ditas", relembrou o treinador.

"O coitadismo e o orçamento mais baixo precisam ficar de lado. Nós somos profissionais, trabalhamos todo dia e precisamos representar bem a nossa camisa e a população de Ponta Grossa. Quantas pessoas pagaram para nos assitir? Essas pessoas precisam ser bem representadas e sair com a sensação de que o Caramuru deu o sangue na quadra, mas isso de longe não foi visto hoje [na estreia]", acrescentou Sampaio.

Para dar a volta por cima na Superliga, o Caramuru Vôlei agora tem um compromisso longe do torcedor. No próximo sábado (3), o time vai para o Rio de Janeiro, onde encara o SESC (RJ).

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