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Palestrantes trazem avaliação sobre treinamento e tipos de cordas de Tênis

Conversa destaca periodização em atletas e encordoamento para raquetes

Por: Redação NEC em 24/08/2019 09:26:36 atualizado em 24/08/2019 09:28:09

Palestrantes trazem avaliação sobre treinamento e tipos de cordas de Tênis

Durante palestra no torneio, Josué Ferreira demonstra como colocar de forma correta o encordamento de uma raquete de tênis - Foto: Vitor Carvalho

Palestrantes trazem avaliação sobre treinamento e tipos de cordas de Tênis
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Do lado de fora, jogadores se movimentam no saibro do Clube Ponta Lagoa Campestre. Em uma sala, tem início uma série de palestras como parte do torneio social do Aberto de Tênis dos Campos Gerais, uma iniciativa do Instituto Vida, da Construtora Prestes.

O primeiro a falar foi o professor Anderson Nahorne, responsável por trazer os tipos de corda existentes e os padrões de encordoamento. Ao seu lado, o professor Josué Ferreira o auxilia ao mostrar na prática uma raquete sendo encordoada.

De acordo com Anderson, as raquetes podem variar no material (poliéster, tripa sintética ou tripa natural) e na tensão e espessura da corda, que mudam para cada competidor. Toda mudança tem relação direta com aumento ou diminuição de controle, potência, conforto, efeito e durabilidade.

“O recomendado para amadores é usar no máximo por dois meses uma corda. Já no profissional, qualquer mudança pode alterar o rendimento, então um jogador chega a usar três ou quatro raquetes por partida”, explica.

Periodicidade de treinos

Na sequência, coube ao professor Aurélio Santos, especialista em treinamento esportivo, ensinar sobre o processo de treino. Para ele, “a periodização é o principal fator no desenvolvimento físico de um atleta”, sendo determinada por ciclos macro, meso (utilizado na maioria das preparações) e micro.

O professor ainda cita a importância da distribuição de cargas, dos erros na preparação e da necessidade em se trabalhar com a periodização em quatro mesociclos a cada competição: o período de base, pré-competitivo, competitivo e o período de transição.

Por fim, o coordenador do torneio e também palestrante, Mario Santos, contou na prática como ocorrem os treinamentos sob a ótica da agilidade. Para um dos professores de tênis do Ponta Lagoa, Renan Parize, o trabalho de periodização é muito importante: “serve para o atleta ter um objetivo que ele possa alinhá-lo com o professor. Mas requer tempo, principalmente entre os mais jovens, que muitas vezes querem logo participar de torneios nacionais”, afirma.

*Reportagem do jornalista Vitor Carvalho, especial para o Net Esporte Clube

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