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'Papo de Boteco' chega a marca de 300 edições falando de Operário Ferroviário

Programa criado por torcedores do Fantasma existe há seis anos

Por: Raylane Martins em 19/09/2019 08:06:14 atualizado em 19/09/2019 08:06:19

'Papo de Boteco' chega a marca de 300 edições falando de Operário Ferroviário

Na última terça-feira (17), o 'Papo de Boteco' de número 300 foi ao ar através da página 'Operário.com' - Foto: Arquivo Pessoal

'Papo de Boteco' chega a marca de 300 edições falando de Operário Ferroviário
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Um ano depois da criação da Associação Avante Fantasma (AAFA), em Ponta Grossa, nasceu o ‘Papo de Boteco’, em agosto de 2013. Torcedores do Operário tinham como objetivo manter o clube vivo no cotidiano dos ponta-grossenses, mesmo quando o time não tinha calendário de competição - disputava apenas o Campeonato Paranaense, no primeiro semestre. 

Seis anos depois, o programa em formato de bate-papo chegou 300ª edição. Ao longo da história do ‘Papo de Boteco’, uma série de  ex-atletas, atletas, membros da comissão técnica do Operário e diretores passaram pela bancada e foram entrevistados, além da participação de membros da imprensa esportiva. Os jornalistas do NEC, Emmanuel Fornazari e Felipe Gustavo, marcaram presença no programa semanal.

O programa acompanha a ascensão do Fantasma no cenário estadual e nacional. O Papo de Boteco 300 foi ao ar na última terça-feira (17). A transmissão é feita ao vivo no facebook através da página 'Operário.com'.

A equipe do Net Esporte Clube conversou com quatro integrantes da mesa do Papo de Boteco - torcedores comuns, voluntários e amigos, que encontram tempo para as câmeras em meio a rotina. Cada um deles recuperou um momento marcante vivenciado entre as 300 edições do programa. 

"Chegar ao programa de número 300, mantendo sempre uma periodicidade semanal, para nós que somos apenas torcedores, acredito que seja algo inédito em qualquer clube. Tivemos muitos momentos diferentes, desde o tempo em que o Fantasma não tinha um calendário anual e que era duro acharmos pautas para o programa, até momentos de glórias, acompanhando os acessos e os títulos. Na minha opinião, apresentar o programa após o título de campeão paranaense 2015 foi algo épico, sensacional" - Thiago Moro

“Um programa em específico marcou demais pra mim por dois motivos muito distintos. Foi o do título da série C. Naquela ocasião, eu estava levando o JP e o Depetris de carona para a AAFA, como sempre fazemos, e meu carro enguiçou no meio da BR, no horário de rush. Faltando cerca de 40 minutos pro início do programa, tivemos que agilizar um guincho pro meu carro e um uber pra chegar a tempo do programa. Chegamos com cerca de 20 minutos de atraso, passando correndo por várias pessoas que estavam ali na AAFA por ser um programa especial. Subimos as escadas, sentamos nas cadeiras, "viramos a chavinha" do susto que tínhamos acabado de passar na rodovia, respiramos fundo e demos início ao programa. Pra coroar, perto do fim do programa, Álvaro Goes chorou, ao vivo, oferecendo o título da série C pro seu falecido pai. Ali desabamos todos em emoção, foi difícil segurar. Um dia louco, pelo lado bom e pelo ruim. Um programa com recorde de audiência, batendo cerca de 800 pessoas nos acompanhando ao vivo” - Dyego Marçal.

“O programa após o Operário derrotar o Santa Cruz e garantir o acesso a Série B do Brasileiro para mim foi especial pela tão sonhada conquista do clube, mas também porque era no dia do meu aniversário e durante a gravação fui surpreendido pela minha esposa e meus dois filhos com direito a bolo e parabéns ao vivo. Foi emocionante comemorar no mesmo dia uma conquista do meu time e meu aniversário ao lado de minha família, amigos de Papo de Boteco e com Simão e Schumacher que participavam do programa e tinham acabado de conquistar a vaga na Série B” - João Paulo Rodrigues.

“Começamos lá atrás, bem tímidos, sem ter noção nenhuma. Hoje o programa está muito mais maduro, muito mais bacana de se ver. Com o tempo a gente foi aprendendo, evoluindo, correndo atrás. Os programas mais marcantes na nossa história são os pós-títulos. De 2015, da Série D, da Série C. É muito bacana poder fazer parte, poder divulgar o Operário através das nossas marcas” - Jean Martins.

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