Gersinho fala em 'mudança de atitude coletiva' contra o Rio Branco

Postura do grupo na volta dos vestiários definiu o jogo para o treinador

Gersinho fala em 'mudança de atitude coletiva' contra o Rio Branco

Gersinho concedeu entrevista à imprensa após o jogo contra o Rio Branco - Foto: João Vitor Rezende

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Depois da vitória do Operário Ferroviário por 3 a 2 sobre o Rio Branco dentro de casa, o técnico do Fantasma, Gerson Gusmão, analisou o desempenho do time em entrevista coletiva. O treinador falou sobre a mudança de postura do elenco na segunda etapa e esclareceu a estratégia pensada para a formação nos dois tempos do jogo. Veja o que ele disse!

ALTERAÇÕES 

"As substituições ajudaram, mas foi principalmente nossa mudança de atitude coletiva. Buscar aquilo que havíamos trabalhado na sexta-feira, que eu havia pedido para os atletas. Também, é claro, os jogadores entraram bem. Cleyton, um jogador de movimentação, de qualidade técnica. Jefinho, um jogador que fez a sua estreia, 45 minutos, dentro daquilo que ele poderia fazer com uma intensidade boa. Tomás pediu para sair e íamos colocar o Chorão para manter o posicionamento do segundo tempo, com Coutinho mais pelo lado direito e Cleyton pelo lado esquerdo, mas o Coutinho pediu para sair também. A partir disso, nós íamos manter o Tomás por dentro e colocar o Alemão pelo lado direito. Aí o Tomás voltou a acusar cansaço, que já era esperado pela falta de ritmo – Tomás por não ter jogado tanto no último semestre e Coutinho por vir de um futebol que se trabalha menos. Sabíamos que exisitia a possibilidade dos dois não conseguirem suportar a partida até o final. Alemão estava ali, e eu já tinha dado instruções para ele".

4-4-2 OU 4-3-3?

"Às vezes melhora, às vezes não. Cleyton em nenhum momento, até a entrada do Alemão, trabalhou por dentro. Fez a função de um atacante. O que importa é a função. A equipe toda melhorou no segundo tempo. Poderia ter sido o inverso, ter começado com Cleyton. Às vezes nos preocupamos muito com a nomenclatura. O que temos que melhorar, e isso cabe ao treinador, é posicionar os atletas e orientá-los para que cumpram a função. Cleyton, no segundo tempo, mesmo sendo um meia, entrou como um atacante pela esquerda".  

ERROS

"Tivemos algumas falhas. O adversário finalizou duas vezes no segundo tempo e fez dois gols em nós. Não podemos aceitar um erro de bola parada e depois em um cruzamento uma falha de marcação. Temos que ajustar para não tomar esses gols, que hoje dificultaram um pouco mas não foram decisivos no placar. Em alguma partida, podem acabar decidindo, em termos de placar, uma situação adversa para nós. Tem que estar concentrado, vivendo o jogo".  

ATAQUE TITULAR

"Eduardo é um jogador que faz a função pelo lado esquerdo, vinha com ritmo acima do Cristhian Aguada e de uma sequência boa de treinamentos. Claro, é um jogador que carece de treinamento, ficou muito tempo sem jogar no ano passado e infelizmente não conseguiu fazer hoje com a intensidade que esperávamos dele. Em alguns momentos conseguiu fazer a jogada mas acabou pecando na decisão final, na hora de finalizar ou passar".

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