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Pai e filho representam o Paraná no xadrez dos Jogos Escolares da Juventude

Lucas Silvestre Borges, como treinador, e Leonardo Herai Borges, como enxadristas, integram a delegação paranaense na competição

Por: Lucas Matos em 17/11/2018 07:00:00 atualizado em 16/12/2018 08:31:58

Pai e filho representam o Paraná no xadrez dos Jogos Escolares da Juventude
Apaixonados pelo xadrez, pai e filho representam o Paraná nos Jogos Escolares da Juventude em Natal - Foto: Divulgação

Os Jogos Escolares da Juventude em Natal (RN) têm um valor especial para o treinador do Time Paranaense de Xadrez na competição. Comandante dos enxadristas em cinco edições do torneio, Lucas Silvestre Borges conta com uma companhia e uma motivação especial para o torneio.

Na edição de 2018, além de dirigir a equipe, Lucas também vai comandar os jogos de seu filho, Leonardo Herai Borges. O enxadrista representa o Paraná na categoria B, para atletas entre 12 e 14 anos de idade.

Lucas comenta o sentimento de ter o filho classificado para o torneio nacional e ser convidado para dirigir a seleção paranaense. Para ele, poder desempenhar a função de pai e treinador acaba se misturando na competição.

“É um sentimento bem bacana, porque se ele tivesse classificado e eu não fosse técnico eu tentaria dar um jeito para acompanha-lo, pelo lado pai. Mas como acabo fazendo as duas funções a gente une as duas coisas”, afirma Lucas.

Leonardo explica que a paixão do pai pelo xadrez e pelo esporte acabou influenciando na vontade de se tornar enxadrista, principalmente ao ver o pai se preparando para competições. “Sem dúvida influenciou [a querer jogar], quando eu era criança eu sempre via meu pai viajando para jogar torneios com equipes. Eu sempre quis viajar junto”, recorda o enxadrista.

Feliz pelo interesse do filho pelo xadrez, Lucas afirma nunca ter exigido do filho a prática do esporte, mas que, assim que ele decidiu disputar a modalidade competitivamente, ele passou a cobrar a disciplina em relação a treinos e escola.

“Sempre vi o interesse do Leo pelo xandrez, como por outros esportes, de uma forma bem bacana e tranquila, sempre mostrando que o esporte exige muita disciplina. Essa é a maior cobrança, se quer fazer isso vamos nos preparar para realizar qualquer atividade de forma bem feita”, explica Lucas.

Para Leonardo, dividir o teto com o treinador e pai acaba gerando uma rotina que se alterna conforme o calendário de competições. Com a exigência entre treinos e estudos mudando sempre conforme se aproximam os torneios. “A cobrança em casa é rígida tanto nos treinamentos quanto nos estudos e isso sempre muda próximo às competições, para dar um preparo maior”, afirma o enxadrista.

A dupla representará o Paraná junto ao também ponta-grossense Alexandre Franckin e as paranavaienses Caratina Miranda e Ana Letícia Assakawa.

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