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Ex-goleiro vê legado zero após "Era Tércio" no futsal de Ponta Grossa

Técnico campeão na base lamenta o não aproveitamento de pratas da casa

Por: Redação NEC em 30/01/2017 03:41:57 atualizado em 13/12/2018 20:35:24

Ex-goleiro vê legado zero após
Geraldo Machado atuou como goleiro de Ponta Grossa e treinou equipes da região - Foto: Arquivo NEC

Ex-goleiro e ex-treinador de equipes profissionais do futsal de Ponta Grossa, Geraldo Machado, o Gegê, vê a desistência da Associação de Futsal Pontagrossense (AFP) como intempestiva. O professor acredita que, pelas possíveis mudanças no calendário da Chave Ouro, a equipe poderia utilizar atletas da própria cidade no planejamento.


“Foi meio precipitado por parte da AFP. Neste ano teremos algumas mudanças no calendário. Vejo que eles poderiam confirmar o time na Chave Ouro. No primeiro semestre, na Copa Paraná, poderiam usar uma equipe caseira, com jogadores sub-20 e alguns atletas de custo menor. No segundo semestre reforça com jogadores pontuais”, avalia.


Gegê atuou como goleiro da Seleção de Ponta Grossa de 1983 a 1996 e teve passagens, ainda como jogador, por Siqueira Campos e Guarapuava. Como técnico, ele foi campeão paranaense sub-15 com a AABB e sub-20 com o Clube Verde. Dirigiu o Verde na Chave Ouro de 2001 a 2003, além do Guarani em 2005. O professor foi vice-campeão da Chave Prata em 2004 com o Irati, além de acumular passagens pelo Santa Paula.


Com vasto currículo e vivenciando diferentes momentos da modalidade em Ponta Grossa, Gegê acredita que a ‘Era Tércio Miranda’ não deixou legado para a continuidade do esporte no município. “Era uma morte anunciada. Nós ficamos um pouco reféns do Tércio nesse sentido e não restou legado algum”, aponta.

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