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Gersinho exalta dedicação em virada do Operário sobre a Ponte: "foi no limite"

Treinador avalia mais uma vitória do Fantasma como mandante na Série B

Por: Felipe Gustavo em 17/09/2019 07:23:19 atualizado em 17/09/2019 07:47:45

Gersinho exalta dedicação em virada do Operário sobre a Ponte:

Gersinho enaltece ritmo imposto contra a Ponte Preta e já projeta sequência longe de Ponta Grossa - Foto: João Vitor Rezende

Gersinho exalta dedicação em virada do Operário sobre a Ponte:
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Dono do melhor desempenho como mandante na Série B, o Operário Ferroviário foi superior à Ponte Preta na noite desta segunda (16), mas precisou suar a camisa para conquistar a vitória por 2 a 1, de virada, no Germano Krüger. A intensidade imposta pelos jogadores do Fantasma foi o ponto de destaque do técnico Gerson Gusmão na entrevista após o apito final.

INTENSIDADE X DESGATE

"Muito feliz com o resultado. Foi justo depois de um grande primeiro tempo. A gente sabia que em algum momento o ritmo ia cair. Com a exigência do futebol, não tem como você jogar na sexta e já na segunda-feira fazer um bom jogo, mas estamos na Série B e não vamos reclamar disso; porém entendemos que em algum momento sentiríamos. Não tem como trocar todos os jogadores e colocarmos 11 descansados. O Gelson, por exemplo, estava esgotado".

RENDIMENTO

"Foi um primeiro tempo muito bom, muito intenso e com grandes oportunidades. Poderíamos ter finalizado com gol. No segundo tínhamos a proposta de um atacante a mais para sermos ofensivos, mas tomamos um gol cedo; parecia aquele dia em que daria tudo errado, porém os atletas foram praticamente perfeitos, principalmente no segundo tempo. O desgaste foi nítido. A gente viu vários jogadores muito desgastados, cansados, mas se doando até o final com a cara do Operário. Acho que o torcedor está muito feliz com a entrega de todos os jogadores - desde o Rodrigo Viana até o último atacante. Foi no limite, foi no limite mesmo".

ESTRATÉGIA

"A partir do momento que se toma o gol, o time acelera o jogo e se desgasta ainda mais. Por isso, depois que viramos, tivemos que encurtar os espaços para nossa recomposição não ser muito longa e não aumentarmos o desgaste. Hoje só tenho que valorizar os meus atletas e aquilo que fizeram. Praticamente não corremos riscos. Foram só bolas aéreas e bolas longas do adversário".

ALTERAÇÕES

"O Cleyton tomou uma pegada lá em Barueri e estava com o tornozelo bem machucado. Foi bem no local em que ele bate na bola. Hoje, por exemplo, ele nem bateu os escanteios, mas realmente não estava bem, aliado com o desgaste físico. Ele foi o atleta que mais correu contra o Oeste. Sabíamos que seria uma substituição provável. Na última mudança iríamos tirar o Felipe Augusto, que estava esgotado, mas o Gelson pediu para sair. Na questão tática, nós colocamos o Gelson à frente do Maílton para inibir a saída de jogo do Diego Renan e compensar a estatura na bola longa, mas o Maílton nem precisou. Ele conseguiu dar conta e antecipar o adversário. De modo geral, o time estava bem concentrado e passou uma segurança muito grande".

O QUE MUDOU?

"Em Barueri foi uma derrota doída pois não jogamos para perder e muito menos de três, mas aconteceu. Cobramos os atletas de algumas situações de jogo e melhoramos, principalmente a segunda bola e uma marcação mais próxima, sem deixar o adversário jogar".

SEQUÊNCIA FORA DE CASA: QUAL O OBJETIVO?

"Vamos em busca de no mínimo três pontos. Se voltarmos com mais, a gente se credencia de vez para brigarmos lá em cima; mas, se trouxermos três, vamos continuar nesse páreo".

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